Bom na teoria. Mas só na teoria

A Red Bull avalia trocar a Renault pela Honda para 2019, imaginando que os japoneses realmente estão no caminho certo agora. O GRANDE PREMIUM recorda dez casos de parcerias que, na teoria, tinham tudo para ser de sucesso. Mas na prática...

Vitor Fazio, de Porto Alegre

A F1 vive dias agitados nos bastidores. Dentro de uma semana, em 15 de maio, a Renault vai querer uma resposta definitiva da Red Bull sobre o fornecimento de motor para a temporada 2019. O retorno demora por um motivo: a equipe tetracampeã flerta com a Honda, que causa boa impressão ao lado da Toro Rosso. Para Christian Horner e seus comparsas, é a hora de decidir se vale a pena seguir com a velha conhecida ou apostar no desconhecido.

A alternativa que a Honda representa não é novidade: é uma montadora com muito dinheiro para investir e vontade para retornar ao sucesso na F1. A McLaren acreditou nas promessas – deu no que deu. Hoje, depois de quatro anos na categoria, a fábrica japonesa dá sinais de evolução. Para a Red Bull, é uma aposta que parece boa no papel – mas existe a possibilidade de ficar só no papel mais uma vez.

Como uma espécie de lembrete ao pessoal da Red Bull, o GRANDE PREMIUM compilou dez parcerias com fornecedoras de motor que eram muito promissoras na teoria. Mas quando chegou a hora de colocar o carro na pista...

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