Questão de segurança

F1 e F2 usam o halo como a solução para a tão discutida proteção de cockpit. Ainda há resistência, mas os passos científicos dados apontam para a necessidade de um carro mais seguro

Pedro Henrique Marum, do Rio de Janeiro

É verdade que a temporada 2018 do Mundial de F1 tem quatro corridas realizadas - duas delas vencidas por Sebastian Vettel e uma por Daniel Ricciardo e outra por Lewis Hamilton -, uma classificação que começa a se desenhar e um princípio de compreensão sobre qual é a ordem de forças do grid. Tudo isso é, sim, verdade. Mas um dos protagonistas da F1 neste ano ainda é o halo - a estrutura em forma de aro que pretende proteger a cabeça dos pilotos dentro do cockpit.

A ideia central do halo é simples: uma construção feita inteiramente de titânio que tem como objetivo proteger os pilotos de detritos de todas as sortes que estejam voando pela pista. A formação  montada ao redor da célula de sobrevivência é sustentada por um pilar central, fino, colocado bem em frente ao piloto.

Em geral, todo mundo já viu o halo e sabe como funciona visualmente, afinal está em todos os carros da F1, da F2 e nos apresentados bólidos futuristas que entram em ação na próxima temporada da Fórmula E. Em entrevista ao Paddock GP, o programa de debates em vídeo do GRANDE PRÊMIO, Sérgio Sette Câmara falou sobre a proteção.

A opinião de Sette Câmara é de que, apesar de halo não atrapalhar a visão e se tornar uma questão aerodinâmica a mais, segue sendo uma aberração visual. A segurança é a parte fundamental, mas proteção por proteção, Sette Câmara prefere outras das possibilidades discutidas nos últimos anos.

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