Com uma equipe e duas corridas a mais, F1 também tem que ser mais. Mais emocionante e disputada

A F1 ganha a americana Haas, a inóspita Baku no calendário e uma pitada extra de caos na classificação. Mas para ganhar os fãs, é preciso que alguém (Ferrari) tenha feito um carro capaz de lutar contra a Mercedes (Hamilton)

Victor Martins, de São Paulo

GP da Austrália. Fosse isso um poema, seria algo assim:

 

     Se soubesses o tamanho de teu imenso esplendor
     Por a primeira de uma série de 21 serdes
     Demonstras quem tem impávida força e pleno valor
     Para ganhar ouro no prata da Mercedes

A prosa, devidamente aplicada, se resumiria ao seguinte fato: Austrália, minha querida, dá uma esperança para a gente e mostra que a F1 vai ser interessante.

É o que todo mundo espera: que alguém tenha concebido um carro bonito, rápido, potente e confiável. Que tenha feito, assim, um W07 Hybrid genérico. Que alguém incomode Lewis Hamilton, que o tire das estribeiras, que não seja fogo de palha e o vença quando o campeonato já não vale nada – ou seja, que não seja Nico Rosberg. 

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