Frustrado e triste, samurai Alonso se prepara para mais um ano difícil. Que pode ser o último

Depois de 14 anos na F1, sendo os últimos nove anos sem títulos, Fernando Alonso parece cansado. Hoje, suas duas grandes prioridades – estar na F1 e vencer – estão em conflito

Vitor Fazio, de Porto Alegre

Fernando Alonso estreou na F1 em 2001, originário da saudosa Minardi. Passados 15 anos, a categoria virou de ponta cabeça: carros ainda mais complexos, motores estranhos, regulamentos esdrúxulos. Alonso já não se encanta mais com o certame que amava nos anos 2000 e agora, precisando reerguer a McLaren, surge a pergunta: o espanhol ainda que estar na categoria?

Nenhum de nós tem a resposta. Talvez nem Alonso tenha. Mas a série de fracassos ao longo dos últimos 10 anos certamente serviu para minar a vontade de um dos pilotos mais incríveis que a F1 já viu. Aos 35 anos, parece faltar ânimo para reerguer a McLaren: Fernando não é mais nenhum garoto e sabe que talvez não seja capaz de disfrutar de uma possível ascensão de sua equipe. Do que adianta passar dois ou três anos sofrendo, se não existirão dois ou três anos de glória?

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