Equipes seguem mudanças e promovem dança das cadeiras

Praticamente todas as equipes trocaram ao menos um de seus pilotos – o que muda todo o panorama da categoria na nova temporada

Renan Martins Frade, de São Paulo

 

Dizem que, na F1, o maior inimigo é o seu companheiro de equipe – afinal, ele tem o mesmo equipamento que você. Até por isso, a história da categoria máxima do automobilismo é marcada por disputas entre 'colegas de time'. Disputas estas que vão ganhar um capítulo totalmente novo em 2017.

Nesta nova temporada, sete dos dez times - ou seja, 70% - trocaram ao menos um de seus pilotos, justamente em um ano com várias mudanças no regulamento técnico, que impactam diretamente na forma de dirigir. O que será, então, que irá acontecer a partir do GP da Austrália, em Melbourne?

A mudança mais dramática, claro, foi na campeã Mercedes. Saiu o dono do título de 2016, Nico Rosberg, chegou Valteri Bottas, que fará dupla com o tricampeão Lewis Hamilton. Apesar de todas as dúvidas que pairam em relação ao finlandês, algo é esperado do lado do inglês: que ele supere o rival.

 

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