Kanaan busca reação e evita pensar na Indy 500 especial: "Sempre fui para ganhar"

Tony Kanaan não teve o 2015 dos sonhos, mas 2016 já bate na porta e traz consigo a oportunidade de fazer algo diferente. No ano da 100ª Indy 500, o brasileiro aponta que vai cheio de motivação — a mesma de todas as vezes

Vitor Fazio, de Porto Alegre

Poucas pessoas conseguem uma carreira tão extensa e tão bem sucedida no automobilismo americano quanto Tony Kanaan. O brasileiro, veterano da Indy, parte para mais uma temporada ao lado da Ganassi, equipe que deu o título para Scott Dixon em 2015. Para Kanaan, todavia, 2016 começa à sombra de uma temporada difícil: irregular, o #10 esteve longe de brigar pelo título.

Com 431 pontos, Kanaan ficou 125 atrás de Dixon e encerrou o campeonato em oitavo lugar. Os três pódios acumulados ao longo de 16 corridas também estão longe de ser um número brilhante. Mas a expectativa de melhora sempre existe: o título do neozelandês pode ser um indício de tempos melhores para toda a equipe.

E, ao longo de toda essa jornada em busca de um melhor desempenho, ainda existe uma Indy 500 no meio do ano. E não é qualquer uma: é a 100ª edição de uma das provas mais icônicas do automobilismo. Kanaan, vencedor da corrida em 2013, não vê a edição de 2016 como mais especial — vencer lá sempre é especial, afinal.

Estes foram apenas alguns tópicos da entrevista exclusiva de Tony Kanaan para o GRANDE PREMIUM, às vésperas do começo da temporada 2016 da Indy. A primeira prova do certame será a de São Petersburgo, neste domingo (13).

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