Schmidt Peterson Motorsports

Tudo que a SPM quer para este ano é que, primeiramente, um de seus pilotos não se acidente; depois, quem sabe, dá para pensar em incomodar as grandes vez ou outra

Gabriel Curty, de São Paulo &
Pedro Henrique Marum, do Rio de Janeiro

A Schmidt Peterson deu um passo imenso ao manter James Hinchcliffe para seguir capitaneando o projeto e guiar o #5. Mikhail Aleshin, de volta ao grid, assume o #7 para tentar se firmar de vez na Indy. Na real, pouco se sabe o que a SPM pode fazer, visto que claramente segurou a velocidade e mostrou apenas a quilometragem em Phoenix.

Depois de brigar pelo título com Simon Pagenaud em 2014 e passar por um 2015 problemático com Hinchcliffe, vencendo em Nova Orleans, mas se machucando em Indianápolis e ficando fora do resto da temporada, agora a equipe tem seus dois pilotos na forma como gostaria e a chance de impressionar novamente.

Sede: Indianápolis, Indiana
Motor: Honda
Principais dirigentes: Sam Schmidt, Rick Peterson, Nick Snyder
Melhor Resultado: 3º lugar (Simon Pagenaud - 2013)
Resultado em 2015: 16º lugar (James Jakes)

 

#5 JAMES HINCHCLIFFE


5 de dezembro de 1986 (29 anos), Oakville, Canadá 
73 GPs
4 vitórias
8 pódios
0 pole
Melhor resultado: Oitavo colocado em 2012 e 2013
Em 2015: 23º colocado (129 pontos)

A temporada 2015 de James Hinchcliffe ficou pela metade. Após uma vitória que caiu do céu em Nova Orleans logo na segunda corrida do ano, o canadense sofreu um gravíssimo acidente durante os treinos livres para as 500 Milhas de Indianápolis, passou longo período hospitalizado e, desde então, não correu mais. 

Hinchcliffe tem de pensar em fazer um 2016 de evolução gradativa. Óbvio que o canadense não vai chegar andando na frente – até por não ter equipamento –, mas potencial Hinchcliffe tem. E experiência, também. 

 

#7 MIKHAIL ALESHIN


22 de maio de 1987 (28 anos), Moscou, Rússia
18 GPs
0 vitória
1 pódio
0 pole
Melhor resultado: 16º colocado em 2014
Em 2015: 33º colocado (40 pontos)

Se Hinchcliffe não andou em boa parte do campeonato, Mikhail Aleshin ficou mais tempo ainda de fora. O russo, que também se acidentou, mas isso lá em 2014, nos treinos da etapa final em Fontana, só reapareceu em Sonoma no fim do ano passado, fazendo uma atuação bastante convincente e fechando na décima colocação.

Como parece ter bom ritmo mesmo após a lesão, Aleshin pode conseguir acompanhar o passo de Hinchcliffe. Contra o russo, porém, conta o fato de não ter podido testar em Phoenix por problemas no visto de trabalho.