Quase um detalhe

O treino classificatório para a Indy 500 é um dos grandes momentos da temporada. Por mais festejada que seja a conquista da pole, porém, largar na posição de honra raramente significa vencer a principal prova do calendário. A grande exceção é Rick Mears, vencedor de três edições em que largou em primeiro

Gabriel Curty, de São Paulo
É bem verdade que o Pole Day das 500 Milhas de Indianápolis é um dos momentos mais aguardados de toda a temporada da Indy e que garantir o primeiro lugar na principal prova do automobilismo americano, além de garantir pontos no campeonato, tem todo um glamour envolvido. Ainda assim, esportivamente falando, a vantagem de se largar em primeiro na Indy 500 é praticamente um mero detalhe.
 
Para se ter uma ideia de quanto a posição de honra no grid de largada em Indianápolis é quase irrelevante, a primeira vez em que um pole venceu a Indy 500 foi só em 1922, quando o americano Jimmy Murphy superou os rivais. A última também faz um certo tempo: foi o brasileiro Helio Castroneves, que faturou o terceiro anel no IMS em 2009.
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