Entre os maiores da história

Aos 32 anos, Dani Pedrosa chega em Sachsenring com o futuro indefinido. Fora da Honda, o #26 vai anunciar neste fim de semana se segue na MotoGP em um time satélite ou se pendura o capacete e se despede do Mundial de Motovelocidade

Juliana Tesser, de São Paulo

Dani Pedrosa vai ser um dos principais nomes do fim de semana da MotoGP em Sachsenring. Mesmo em má fase ― possivelmente a pior de sua carreira na classe rainha ―, o #26 vai estar sob os holofotes, já que prometeu anunciar na Alemanha seus próximos passos.

Fora da Honda depois de uma relação de quase 20 anos, Pedrosa tem poucas opções no mercado. O piloto de Sabadell é o mais cotado para assumir uma das vagas da recém-criada SIC, que vai assumir o posto da Ángel Nieto no grid da MotoGP em 2019 e ser uma equipe satélite da Yamaha. Dani, no entanto, nunca negou que a aposentadoria era também uma alternativa. E foi, justamente, esta a opção que mais ganhou força nos últimos dias.

Depois de frustrar fãs e imprensa com seguidos adiamentos de seus planos para o futuro, Pedrosa anunciou no início da semana passada que já tomou sua decisão e quer anunciá-la em Sachsenring. O #26, aliás, vai conceder uma coletiva na quinta-feira (12), às 11h (de Brasília).

Antes disso, porém, o GRANDE PREMIUM reuniu dez marcas da carreira de Pedrosa, que, mesmo sem o título da MotoGP, está entre os mais vitoriosos pilotos do certame.

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