A importância do segundo piloto

Bottas novamente justificou renovação de contrato pela Mercedes e segurou ímpeto de Vettel para Hamilton ampliar vantagem no Mundial: 24 pontos. Atuação foi quase recado a Räikkönen de como ser escudeiro de alguém na luta pelo título. F1 volta em 26 de agosto

André Avelar, São Paulo

Lá na frente, Lewis Hamilton fez o papel que se esperava dele. Largou na frente e chegou na frente neste domingo (29), no GP da Hungria. Mas não sozinho. O inglês contou com enorme ajuda do fiel escudeiro Valtteri Bottas que bloqueou Sebastian Vettel com maestria e esteve ao ponto de tirá-lo da prova nas voltas finais. Foi quase. O alemão chegou em segundo, com Kimi Räikkönen em terceiro.

Hamilton, agora com 24 pontos de vantagem para Vettel no Mundial (213 a 189), carrega o bom momento para as férias de verão da F1. O próximo compromisso no calendário acontece só em 26 de agosto, com o GP da Bélgica, em Spa-Francorchamps.

 

O desempenho de Bottas em Budapeste, ainda que com o modo “bate-bate” ligado nos momentos finais, era tudo que a Mercedes precisava para ampliar a vantagem com Hamilton na classificação. Se não é um piloto dos mais brilhantes, com nomes até ligados à Mercedes melhores do que ele, ao menos cumpriu o seu papel com maestria. Talvez isso justifique a renovação por mais uma temporada - Hamilton teve o vínculo extendido até 2020.

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