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Temporada ainda mais intensa

Um dos apresentadores da britânica ‘The Grand Tour’, Jeremy Clarkson revela ao GRANDE PREMIUM os prazeres e desafios de guiar carros incríveis com amigos ao redor do planeta e empacotar tudo no segundo ano da série original do Amazon Prime Video

Ganhar a vida viajando o mundo não parece nada mau. Se entre os carimbos no passaporte tiver chaves de alguns dos carros mais incríveis do planeta, fica ainda mais divertido ao lado dos amigos. E que tal repetir a dose em uma segunda temporada? Assim chega a renovada The Grand Tour, série do Amazon Prime Video, com episódios lançados a cada sexta-feira na plataforma on demand. O GRANDE PREMIUM bateu um papo com o co-apresentador Jeremy Clarkson, que garantiu uma temporada ainda mais intensa e sem uma receita pronta de sucesso.

Ao lado de Richard Hammond e James May, Clarkson conta que o trio (que a essa altura já rompeu o rótulo de ex-apresentadores do consagrado Top Gear, da BBC) passou mais de cem dias viajando por cinco continentes e ‘países que já nem se lembra mais’. O Brasil ficou de fora, mas as tantas e tantas aventuras na atribulada temporada compensam. “Tivemos muitos imprevistos pelo caminho, Richard bateu o carro na Suíça, batemos também no Colorado, eu mesmo fui parar no hospital na Espanha. Foi uma loucura”, revelou o que podia, sempre desviando de spoiler.

O primeiro episódio, que já disponível na plataforma, mostra o início da aventura por alpes suíços, com o instigante desafio de provar quem é melhor na forma do passado com a Lamborghini Aventador S, do presente com o híbrido Honda NSX e do futuro com o elétrico Rimac Concept One. E nem é preciso gostar de mecânica para se deliciar com as rabugices e tiradas britânicas do simpático e ofegante trio – somada a idade do elenco chega aos 158 anos. Outros tantos elementos da série original da Amazon, da fotografia ao enredo bem cuidado, atraem quem nem quer saber de dirigir.

Veja a seguir os melhores trechos da entrevista com Clarkson, feita por telefone ainda antes da estreia:

 

GRANDE PREMIUM: O que a segunda temporada traz de novo? Vocês passaram pelo Brasil?
JEREMY CLARKSON: Será uma segunda temporada intensa. Guiamos carros incríveis, passamos por lugares incríveis e aconteceu um pouco de tudo. Visitamos cerca de 12 ou 13 países, já não me lembro muito bem. Infelizmente, não passamos pelo Brasil, mas posso dizer que passamos muito perto e todo seu público irá gostar de assistir. Também não posso dizer por quais países passamos para não estragar a surpresa. 

Há um compromisso de a segunda temporada ser melhor que a primeira?
Depois da segunda temporada, o programa é diferente e tem que ser diferente. É parte do desafio da renovação das temporadas, trazer coisas novas para o público. Então, focamos nisso e acredito que nos saímos bem. Foi uma temporada em que muita coisa aconteceu. Tivemos muitos imprevistos pelo caminho, Richard bateu o carro na Suíça, batemos também no Colorado, eu mesmo fui parar no hospital na Espanha. Foi uma loucura

Você já disse que não passou pelo Brasil, mas o que conhece dos carros brasileiros?
Não conheço muitos carros brasileiros. Sei que há uma paixão por carros e é um grande país.

(Divulgação/Amazon)

 

 

Como você avalia o futuro da indústria automobilística como, por exemplo, os self-driven car? E quanto às corridas de carros elétricos?
Os self-driven car são uma novidade, em algum momento farão parte do nosso cotidiano e acredito que evita acidentes. Há quem goste e desgoste, mas esse não é o ponto. O automobilismo já tem uma categoria de carros elétricos que é a Fórmula-E. Aparentemente, vem tendo algum sucesso e é difícil fazer qualquer projeção. Ainda assim, não sou o maior apreciador da categoria.

Você acompanha a F1? O que tem achado da categoria?
Ainda acompanho a F1 evidentemente. Mas, nos últimos anos, tem se tornado uma competição em que o piloto está tendo pouca importância. Gostaria de ver uma F1 mais competitiva, com mais ultrapassagens, pilotos mais agressivos em que o carro não tivesse assim tanta importância. Claro que gostamos de ver um pouco de batidas também.

Para quem dirige tantos carros, ainda falta um F1?
Tentei muitas e muitas vezes dirigir um F1, mas sou muito alto. Já implorei para chefes de equipe fazerem um F1 maior, mas ainda assim nunca foi possível para minha altura. Não posso dizer que não seja um sonho para mim, mas o cinto aperta, machuca, tudo é muito incomodo para caras grandes como eu.

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