Aqueles que não chegaram

Luiz Razia e César Ramos foram, um dia, os expoentes de um país que ainda não sofria para emplacar talentos na F1. Em poucos anos, muito mudou: Razia e Ramos percorreram um caminho cada vez mais comum para brasileiros – o da saída da Europa pela porta dos fundos

Vitor Fazio, de Porto Alegre

O ano é 2011. O Brasil, que pouco tempo antes contava com quatro pilotos na F1, se contentava com dois. Rubens Barrichello e Felipe Massa já eram veteranos e estavam bem estabelecidos. Bruno Senna se juntou aos dois no meio do ano, fortalecendo a presença do país na categoria. Para aqueles que debatiam o futuro do automobilismo nacional, outros três pilotos se destacavam: Felipe Nasr era campeão da F3 Inglesa, Luiz Razia era um piloto consolidado na GP2, e César Ramos era uma força crescente na World Series depois de vencer a F3 Italiana.

Os anos passaram. Rubens Barrichello e Bruno Senna deixaram a F1 de vez, enquanto Felipe Massa seguia em frente. Felipe Nasr fez o dever de casa e conseguiu duas temporadas na categoria – mas foi demitido tão logo perdeu o patrocínio. Enquanto isso, Razia e Ramos precisaram adotar uma postura que virou regra para brasileiros no automobilismo europeu: se resignar com a impossibilidade de alcançar a F1.

Em uma época de grande debate sobre o futuro do Brasil no automobilismo europeu, o GRANDE PREMIUM entrevistou Razia e Ramos. Em pauta, além das dificuldades do passado, os problemas que a atual geração também deve enfrentar.

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