E aí, Leclerc dá conta da Ferrari?

A Ferrari ainda não se pronunciou para 2019. A equipe tem a opção de seguir com a experiência do campeão Kimi Räikkönen, mas também pode ousar e chamar o pupilo Charles Leclerc. Mas será que o jovem está pronto?

Bruna Arimathea , de São Paulo &
Evelyn Guimarães, de Hungaroring

Aos 20 anos e apenas em seu primeiro ano da F1, Charles Leclerc já vê seu nome ligado a uma possível transferência para uma das maiores e mais antiga das equipes do grid. Um time que faz parte do imaginário de quase todos os pilotos, mas uma esquadra em que a famosa frase de Ben Parker não poderia estar mais certa: ‘Grandes poderes também trazem grandes responsabilidades’. A ascensão do monegasco é surpreendente, mas longe de ser um caso único na F1. E com base na história da F1, a questão que surge é: será que ele está pronto para assumir o lugar ao lado de um tetracampeão e na garagem mais quente do grid? Os números podem ajudar a entender a razão do interesse ferrarista, bem como a tentar responder a pergunta acima. 

O piloto chegou à F1 com uma carreira vitoriosa nas categorias pelas quais passou. Foi campeão da GP3 em 2016, da F2 em 2017 e chega em 2018 com marcas impressionantes na Sauber, que tem parceria com a Alfa Romeo nesta temporada. O ano do título na F2 foi uma grande vitrine e sua chegada ao Mundial foi repleta de expectativa, mesmo em uma equipe de pequeno porte.

E até o momento tem surpreendido positivamente, mesmo que as primeiras corridas tenham sido aquém do que se esperava. Em 12 GPs foram cinco dentro da zona de pontuação, anotando 13 pontos no campeonato, oito a mais que seu companheiro de equipe Marcus Ericsson. Leclerc também se destaca na classificação há sete etapas. Em todas elas, o piloto avançou para o Q2 e, em duas ocasiões, levou o Sauber C37 para o Q3: na França e na Inglaterra.

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