El Niño Dakar

Celeiro de boas histórias, o Rali Dakar é uma das mais apaixonantes provas do planeta. Uma aventura que vale a pena ser vista de perto

Juliana Tesser, de Buenos Aires

Quando os fogos anunciaram a chegada de 2016, eu já tinha a mala pronta para embarcar para a Argentina para mais uma aventura no importante Rali Dakar.

No ano anterior, eu tinha tido a minha primeira experiência mais próxima com o rali. Em 2015, a convite da Honda, fui para Buenos Aires para acompanhar a largada promocional da maior prova off-road do planeta.

Naquele dia, dentro da Casa Rosada, sede do governo argentino, ficou clara a importância que os nossos vizinhos dão àquela competição, já que milhares de pessoas estavam lá para acompanhar a largada promocional — um ato que, sejamos sinceros, não é lá dos mais interessantes, uma vez que são muitos os competidores e a apresentação de todos eles se arrasta por horas.

Alguns meses depois, a montadora da asa dourada me fez um novo convite, desta vez com uma programação mais ousada: conhecer o Dakar em sua intimidade. A ideia era passar a noite no primeiro acampamento, em Villa Carlos Paz.

Semanas antes do embarque, a Honda reuniu um grupo de jornalistas em São Paulo para revelar os detalhes da viagem. Nós recebemos recomendações sobre passaportes e documentos, e fomos apresentados aos equipamentos que usaríamos nessa aventura.

A caminho do 18º Dakar, Jean Azevedo foi o responsável por nos instruir sobre o fechamento da barraca. Ela abria rapidinho, em coisa de segundos, mas para fechar, aí era uma novela bem diferente. Demorou um tanto mais que o previsto, mas a demonstração foi concluída com sucesso.

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