F1 enfim vive campeonato mais longo da história com chegada do Azerbaijão e volta da Alemanha

O Mundial 2016 vai passar por 21 países em nove meses, configurando-se na mais extensa de todos os tempos. E o destaque do calendário é, sem dúvida, a entrada da corrida em Baku, sob a nomenclatura de GP da Europa

Evelyn Guimarães, de Curitiba

Depois de muito tentar, a F1 finalmente vai viver seu calendário mais longo da história, mesmo diante da crítica de pilotos e equipes. Há alguns anos, o Mundial tenta expandir. Já houve a tentativa de emplacar uma segunda corrida nos EUA, mas as desistências de Alemanha e da Coreia do Sul acabaram por reduzir o calendário e representaram um revés nas intenções dos dirigentes mais recentemente. Agora, o cenário é outro e obedece à risca o plano de domínio do mundo de Bernie Ecclestone, que não se cansa de tentar levar o maior dos campeonatos aonde o dinheiro não é problema. 

Em 2016, serão nada menos que 21 corridas ao redor do planeta, em cinco continentes, entre os meses de março e novembro — são duas etapas a mais com relação ao ano passado. Uma larga maratona de 63 dias de disputas de pista. E a grande atração até aqui é, sem dúvida, a curiosa chegada do Azerbaijão ao Mundial.

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