Como ficam as bases F2 e GP3 na nova F1 sem Ecclestone?

A GP2 pode até ter mudado de nome, mas parece claro que ela e a GP3 vão precisar passar por metamorfoses caso queiram sobreviver aos novos donos da F1

Gabriel Curty, de São Paulo

 

Não é de hoje que a GP2 vem perdendo sua relevância e status de grande categoria de base para a F1. Diante de um certame muito caro e na esteira de uma fase em que cada vez mais os jovens pilotos saltam direto de F3 Europeia ou outros campeonatos para a categoria principal, parecia óbvio que a GP2 precisaria dar uma sacodida para sobreviver e voltar a ter a importância que teve no seu nascimento, quando revelou nomes como Lewis Hamilton e Nico Rosberg, o primeiro campeão, em 2005.
 
A ideia inicial era a criação de uma nova F2, em um projeto que seria comandado por Stefano Domenicalli, ex-chefe da Ferrari. Verdade seja dita, isso fracassou quase que completamente. Quase porque, pelo menos, a GP2, então categoria que tinha Bernie Ecclestone entre seus sócios, realmente trocou de nome e, agora, passa a ter um peso um pouco maior na tabela da superlicença para chegar à F1.
 
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