Indy Lights se assemelha à GP2 e começa com pequena perspectiva de ser de fato categoria de acesso

Assim como a F1, a Indy tem sido muito pouco receptiva ao campeonato que vem logo abaixo. Neste ano, apenas o campeão Spencer Pigot conseguiu se arranjar

Gabriel Curty, de São Paulo

Se a GP2 já não é nem de perto uma enorme porta de entrada para a F1, algo parecido, ainda que em menor escala, acontece na Indy Lights em relação à Indy. Para 2016, por exemplo, o último campeão da categoria de acesso, Spencer Pigot, só conseguiu garantir presença em três provas da temporada, todas ocupando o segundo carro da RLL, ao lado de Graham Rahal.

É bem verdade que os campeões da Lights ainda vêm, com exceção feita a Pigot, arrumando espaço na Indy, mas o grande interesse dos pilotos europeus pela categoria acaba minando o ingresso de outros talentos da ‘segunda divisão’. Nos últimos dois anos, por exemplo, além do campeão Gabby Chaves, o único que subiu para a Indy foi Max Chilton que, convenhamos, não está na Ganassi pelo que fez – ou deixou de fazer – na Lights, onde foi apenas quinto colocado.

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