É a mesma coisa para Kanaan, mas é diferente

Tony Kanaan prega que, apesar de vir de um 2016 promissor, 2017 não vai começar mais fácil ou mais difícil – é um ano como os outros. Mas o brasileiro admite que é um ano de desafios diferentes. Por exemplo, a troca do kit Chevrolet pelo Honda na Ganassi

Vitor Fazio, de Porto Alegre

Muitos podem pensar que Tony Kanaan foi um piloto diferente em 2016. O piloto que ficou abaixo da média em 2015 se mostrou mais forte e acompanhou o rendimento do ótimo Scott Dixon. Mas, para o brasileiro, pouco mudou: às vésperas do início da temporada 2017 da Indy, Kanaan não se vê em uma situação melhor do que no passado. Mesmo vivendo bom momento, o brasileiro vai para São Petersburgo com a pressão habitual – é a consequência de correr por uma gigante como a Ganassi.

“A cobrança sempre vai existir”, pondera Kanaan, falando com exclusividade ao GRANDE PREMIUM. “Ano passado tivemos uma temporada em que minha performance esteve bem perto da performance dele [Dixon], em relação a corrida, classificação, tudo. Mas não é só por causa dele, a pressão é por causa da performance. Seja contra o companheiro de equipe ou não, você precisa ter a performance no campeonato inteiro e contra todos. A pressão é a mesma que teve em todos os anos em que eu corri”, segue.

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