Suzuki Ecstar

Embora não tenha feito feio em 2015, a Suzuki encerrou a temporada com uma clara missão: aumentar a potência da GSX-RR. E cumpriu. Com um protótipo mais forte, Maverick Viñales se destacou na pré-temporada

Juliana Tesser, de São Paulo

De volta à MotoGP após três anos de ausência, a Suzuki não fez feio em 2015. Como era de se esperar, a GSX-RR não fez frente à Yamaha, Honda e Ducati, mas a fábrica de Hamamatsu mostrou que tem muito potencial para melhora.

Com Aleix Espargaró e Maverick Viñales, o time chefiado por Davide Brivio conseguiu, inclusive, um 1-2 no grid de largada para o GP da Catalunha e tem como melhor resultado três sextos lugares — dois com o #25 (Catalunha e Austrália) e um com o #41 (Aragão).

Para 2016, o time tem como grande novidade a chegada do câmbio seamless, um recurso já disponível para Yamaha, Honda e Ducati. Além disso, o time azul segue com um bom chassi e agora conta com um motor mais forte, que reduziu o déficit de velocidade da GSX-RR em relação aos concorrentes.

Sede: Hamamatsu, Japão
Moto: GSX-RR
Principais dirigentes: Davide Brivio e Satoru Terada
Em 2015: 4ª no Mundial de Construtores e 5ª no Mundial de Equipes
Melhor resultado: 7 títulos do Mundial de Construtores (1976, 1977, 1978, 1979, 1980, 1981 e 1982)
Melhor tempo em Sepang: 2min01s244 (Maverick Viñales, 12º)
Melhor tempo em Phillip Island: 1min29s131 (Maverick Viñales, 1º)
Melhor tempo em Losail: 1min55s333 (Maverick Viñales, 3º)

 

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