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Todo mundo em casa

Em meio a uma pandemia de coronavírus, o calendário da MotoGP sofreu muitas modificações. Isso, somado a restrições de saúde pública, forçou os pilotos a ficarem em casa

Enquanto o mundo combate uma pandemia de coronavírus, o esporte a motor ficou em segundo plano. Uma atrás da outra, as categorias foram modificando seus calendários e, claro, a MotoGP não ficou de fora dessas mudanças.

O Mundial de Motovelocidade começou parcialmente suas atividades no último dia 8, com o GP do Catar de Moto3 e Moto2. As categorias menores puderam correr em Losail, pois já estavam por lá por conta dos testes da pré-temporada, mas a classe rainha ficou de fora por conta das barreiras impostas à entrada de italianos ou de pessoas que passaram pela Itália, já que o país se tornou o foto europeu da pandemia. 

Na sequência, os GPs de Tailândia, Austin e Argentina foram adiados para a reta final da temporada. Assim, ao menos por enquanto, a temporada começa em 3 de maio, com o GP da Espanha. Mas tudo vai depender dos rumos da Covid-19. 

Com o cronograma adiado, os pilotos tiveram de encontrar maneiras de se ocupar, mas, especialmente em Itália e Espanha, as restrições são um pouco maiores, já que o governo decretou quarentena para tentar conter a disseminação do vírus.

Ainda assim, os competidores estão buscando se ocupar. Nem sempre com as melhores ideias:

 

MotoGP se reuniu pela última vez no teste coletivo do Catar (Álex Márquez (Foto: Repsol))

Maverick Viñales

 

Sem poder correr, o #12 decidiu treinar. E não só na academia. Maverick foi se aventurar no motocross, caiu e passou a noite em observação no hospital. Mesmo sem fraturas, o piloto da Yamaha tem um período de recuperação de duas semanas.

 

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