A F1 precisa conhecer Vinicius de Moraes

O Halo foi apresentado ao mundo nos testes em Barcelona. Pode até ser seguro, mas desagrada pela feiúra

Victor Martins, de São Paulo

Ontem à noite, a FIA soltou a mais recente versão de sua revista, a ‘Auto’, em que detalha como estão sendo feitos os testes com as soluções apresentadas para proteção na cabeça do piloto. Todas elas são similares ao que a Mercedes apresentou como Halo. Nestas avaliações, claro, a preocupação não é o acabamento, então as peças estão ‘desnudas’.

Não demorou muito, uma versão pronta para uso apareceu. Foi no carro da Ferrari de Kimi Räikkönen na manhã dos testes desta quinta-feira (3) em Barcelona.

Ainda que seja necessária – por uma questão de segurança, e por isso deve ser sempre apoiada –, a peça que acaba tendo um formato de Y chama muita atenção, mas não por sua estética – e dá voz à metade do público que é contra a proteção. Nem pintado e besuntado com patrocinadores há de agradar.

Nenhum de nós tem condições técnicas para discutir a qualidade e eficácia da peça mais do que a FIA, que demonstra, como se vê abaixo, o impacto de um pneu lançado a 225 km/h por um canhão de ar. Se a entidade tem engenheiros e experts no assunto e garante que o Halo resolve a questão, OK. Mas deve, e tem, de haver uma opção em que se apresente algo melhor.

Halo sendo testado pela FIA (Foto: Reprodução)

 

 

 

 

 

 

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