Waldner Bernardo

"O momento não é fácil. Todos os segmentos estão sentindo isso. Economicamente estamos enfrentando uma fase complicada. A ausência de patrocínios impacta desde campeonatos estaduais até a viabilidade de nossos pilotos na F1"

Victor Martins, de São Paulo
A eleição feita em janeiro consagrou Waldner Bernardo como novo presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo. Aos 41 anos, Bernardo era o candidato da situação, vencendo o oposicionista Milton Sperafico e, assim, sendo escolhido como substituto de Cleyton Pinteiro.
 

Os votos que elegeram Bernardo vieram de um colégio eleitoral diminuto, formado por federações estaduais e mais a Associação Brasileira de Pilotos. A entidade que representa os competidores votou em Sperafico. 

A vitória de Bernardo, contudo, foi por dez votos a sete. O agora presidente eleito da CBA já presidiu a Federação Pernambucana de Automobilismo e a Comissão Nacional de Velocidade da CBA. Fora do automobilismo, é dono da Allticket, empresa de controle público de eventos.

Em entrevista para o GRANDE PREMIUM, entre outros assuntos, o dirigente falou de metas para o mandato, concordou que o automobilismo brasileiro vive um momento complicado e detalhou as situações vividas pela F-Truck e pela F3 Brasil, duas das principais categorias nacionais e que passam por graves problemas.
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